“Claro, não tem problema você me ignorar. Nenhum. Também não tem problema você falar facilmente com tudo quanto é estranho, mas não comigo, que te conheço como a palma da minha mão. Afinal, pra quê servem os amigos, se não pra isso? Se tem algo errado você me deixar pra trás — não é nem de lado — quando eu mais precisava das tuas palavras e os teus cuidados? Nope. Mas, então, vem cá… Tu vai achar algum problema em eu parar de sentir tua falta? “Eu sou muito estranho. Não gosto de demonstrar estar mal, falar que estou mal… Odeio aquela sensação de ser fraco, de precisar ser cuidado ou depender de alguém… Mas gosto de pensar que os outros reparam em mim o suficiente pra notar que eu tô diferente do habitual e se preocupam, ou se dão ao trabalho de fingir que se preocupam. Então, ao invés disso, de falar o que tá acontecendo, só fico agindo estranho. E quando me perguntam se eu tô mal, eu nego. Mas quero que percebam, e me irrito se não o fazem.”
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(via perigoso)

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Eu e você juntos pra sempre.
Eu e você juntos pra
Eu e você juntos
Eu e você
Eu e…
Eu.
-Pedro Rocha (via old-and-new-perspectives)

(Source: skyl1ne, via old-and-new-perspectives)

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Jogue os meus restos, se quiser. Acho que sou apenas metade ou talvez nada. Validade é o que falta em mim e sorrisos já não vivem aqui. A dor transpassou a minha alma, e agora tudo que eu sou é dor. Comecei a jorrar tristeza e solidão, porque era isso que me preenchia. Mesmo sendo um nada… Morte? Talvez seja. Só a morte interior, a pior morte. Que não deixa optar por outra coisa, que destrói pouco a pouco. Antes água e sabonete me banhava, mas hoje o banho é melancolia e nostalgia. Meu remédio era música e livros, mas hoje é depressão de alto nível. Eu não tinha uma fonte de energia e nem que me tirasse do pior buraco, o máximo que eu encontrava era um passa tempo que não tardou o valor. A lança que eu levava no coração já era enferrujada, já não me fazia sentir dor ou adormecer. Era apenas algo que eu carregava pra preencher o tempo. Todo dia eu escrevia ” Não me esqueça ” no pulso, mas do que adiantava? Você já me esqueceu, até eu já me esqueci. A brincadeira do bem me quer , mal me quer já virou babaquice, nem eu mesma queria com todo tom clichê que sai de mim. Sabe aquele livro velho na estante, cheio de poeira? Então, sou eu. O filme que passa na sessão da tarde, sou eu também. O sujo em cima do seu guarda-roupa, também eu. As pessoas sempre estão indo e vindo e eu estou lá, transparente, só percebendo sem ser percebida. E não adianta sentir rancor e ir atrás de mim, porque eu não apareço. O tempo já me fez como uma humana invisível. E eu me acostumei. Me acostumei porque me tornei assim. Me acostumei porque é isso que eu vivo hoje… Ah, também sou o relógio parado que você não sabe por onde anda, sou a sandália fora de moda. Sou sol no dia de chuva.
-—  Jess (nadadeperfeita)

(via doce-inverno)

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(Source: el-es-de, via maisvodka)

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Que a gente brigue de ciúmes, porque ciúmes faz parte da paixão, e que faça as pazes rapidamente, porque paz faz parte do amor. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre.
-Tati Bernardi. (via c-a-n-a-r-i-o)

(via g-a-u-c-h-e)

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Quando tá tudo indo bem, eu sempre tenho a sensação de que alguma coisa, no fundo, tá muito errada. Sei lá, é como se um relacionamento saudável fosse impossível no meio dessa merda toda, e quando eu não posso ver os erros, eu fico com essa certeza de que estou sendo enganada. E fico procurando, investigando, revirando o mundo pra encontrar os vacilos, mentiras, motivos pra terminar. Percebe a loucura? É como se ninguém pudesse me amar e ponto, de tanto colarem o adesivo de ‘trouxa’ na minha testa, qualquer carinho me parece suspeito. Percebe a tortura? Fico oscilando entre confiar e desconfiar, querendo viver uma história leve e sempre me afundando nas minhas neuroses e cicatrizes. E homem nenhum aguenta isso, homem nenhum percorre meu labirinto até o fim. Mas como eu poderia me entregar, sem antes saber se posso ir inteira? Como posso confiar de novo, sem saber se vai ser realmente diferente? Quero alguém que rompa meus lacres, não que me lacre mais! E sigo estragando tudo, só pra não ficar pior depois. Quando eles finalmente se cansam e caem fora porque eu sou louca de pedra, eu fico satisfeita. Volto pra fossa por um tempo, sem mistérios, já conheço bem o lugar e a porta de saída. E penso “Viu, sabia que eu tava certa”. Talvez eu até esteja errada, mas que se dane. Se uma pessoa não tem paciência nem pra conquistar minha confiança e afastar meus medos, o que eu posso esperar então? Sou quebra-cabeça de 500 mil peças, quem não tiver capacidade, tenta um jogo mais fácil. Eu supero e agradeço.
-Quebra-cabeça, Tati Bernardi.   (via infinito-particular)

(Source: tatibernardicitou, via g-a-u-c-h-e)

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Manda o teu sorriso pelo vento…
-Augusto Rosatti  (via nando12)

(Source: augusto-rosatti, via nando12)